Nada mais é que a primeira parte -Kirie, em varnáculo- de uma missa ainda incompleta. O processo formal, que o autor usa nesta pequena composição, é uma remota reminiscência de práticas renascentistas, no que tange à alternância entre canto gregoriano e o coro polifônico. Na inocação, uma singela melodia popular assume o papel que tinha o canto oficial da Igreja, em obras de compositores do século XVI. A aludida melodia popular, nascida do canto tradicional brasilero, A morrer crucificado, cuja autoria se desconhece, foi entregue a vozes infantis para um enriquecimento do timbre do conjunto coral. O autor prefere voz infantil -seja um solo, ou soli- mas admite a possibilidade de ser substituída por voz femenina, ou vozes femininas.
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DINIZ, Jaime Cavalcanti (1924-1989)
Invocação Litúrgica [LIV]. -- Rio de Janeiro : Fundação Nacional de Arte (FUNARTE), 1982
Nada mais é que a primeira parte -Kirie, em varnáculo- de uma missa ainda incompleta. O processo formal, que o autor usa nesta pequena composição, é uma remota reminiscência de práticas renascentistas, no que tange à alternância entre canto gregoriano e o coro polifônico. Na inocação, uma singela melodia popular assume o papel que tinha o canto oficial da Igreja, em obras de compositores do século XVI. A aludida melodia popular, nascida do canto tradicional brasilero, A morrer crucificado, cuja autoria se desconhece, foi entregue a vozes infantis para um enriquecimento do timbre do conjunto coral. O autor prefere voz infantil -seja um solo, ou soli- mas admite a possibilidade de ser substituída por voz femenina, ou vozes femininas.